quinta-feira, 29 de abril de 2010

Participantes do IX Festa Ibérica

Estarão a concurso no :

Tuna TS - Porto
Estudantina Académica do ISEL
Tintuna - Tuna Académica da Egas Moniz
Tuna de Magistério de Ávila (Espanha)
Tuna Universitas Scientarium Agrariarum - Terceira, Açores
Tuna da Universidade Lusíada do Porto
Real Tunel Académico de Viseu

Mais informações sobre tunas extra-concurso em breve!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Vai ser o Texas...

Apoios e patrocínios:



quinta-feira, 25 de março de 2010

Reportagem VI Ciclone

Grandes candidados a cromo do mês...

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Nós vamos!

domingo, 31 de janeiro de 2010

A praxe na UTAD (contra a ignorância, preconceito e pura estupidez dos seus detractores)

Tendo lido as maiores ignomínias sobre a Tradição Académica - por gente que não faz a mínima ideia do que está a dizer, evidentemente - há uma que me incomoda um pouco mais do que as restantes, nomeadamente o argumento de que a Praxe não só é imposta por coerção (muitas vezes violenta, segundo eles) como também que é odiada pelos caloiros(!!!), que só nela participam por obrigação, sendo ainda alegado pelos "iluminados" senhores que escrevem em blogs altamente politizados - nomeadamente de uma ala esquerda que se diz intelectual, urbana e moderna - que a grande maioria dos estudantes é antipraxe, maioria que, ao que parece, tem permanecido misteriosamente silenciosa e da qual serão supostamente a voz activa. Vendo eu todos os anos bem mais uma centena de milhar de estudantes trajados nas serenatas das suas queimas das fitas, interrogo-me sobre onde poderão estar "os outros".

Surdos a todos os relatos da grande maioria dos alunos do ensino superior que vivem intensamente o academismo - e que certamente suspiram pelos seus anos de caloiro - têm-se agarrado a pontuais casos de actos criminosos perpetrados por sujeitos que, a pretexto das praxes, dão largas à sua ignorância, estupidez e bestialidade e contra os quais estão todos os verdadeiros academistas, que condenam veemente estas práticas e as desejam erradicar de uma vez por todas.
Eu não sigo qualquer religião (OK, talvez o futebol), mas nem por isso considero que os padres pedófilos sejam representativos de toda a classe sacerdotal, nem que as religiões sejam intrinsecamente más e geridas por criminosos. Desde que os que a elas adiram o façam de livre e espontânea vontade, por mim tudo bem, e o mesmo deveria ser verdadeiro para as praxes ou qualquer outra situação, em nome do respeito pelas liberdades individuais.

Entre as "contundentes" provas das alegações destes senhores, que se assumem contra TODA a centenária tradição académica (não só as praxes de recepção aos caloiros mas também o traje académico, cortejo e latada, monumentais serenatas, tunas e coros académicos e todas as outras tradições academistas que encantam o país e quem o visita), conta-se um inquérito do Professor Artur Cristovão da UTAD, de 2005. Este inquérito consistiu na consulta a 43 alunos do primeiro ano (dos mais de 1200 alunos que anualmente ingressam na UTAD), de duas turmas de um só curso.

É impressionante como um inquérito efectuado sem qualquer rigor científico possa ter tido, na altura, tanta cobertura mediática. Aliás, mais surpreendente é o facto de Artur Cristovão, professor de "Técnicas de Estudo, Comunicação e Trabalho Científico" não ter esclarecido que este inquérito apresentava falhas metodológias clamorosas (das quais, certamente, estava plenamente consciente) que impediam que constituísse prova do que quer que fosse. Entre essas falhas, contam-se

1- Amostragem não aleatória, não abrangente e enviesada, realizada a um "cluster" de alunos de apenas duas turmas de um só curso, de um edifício na cidade e fisicamente separado do campus universitário. Portanto, não representativa (quantitiva e qualititivamente) dos caloiros da UTAD

2- Parcialidade do investigador, que por acaso (mas só por acaso) até pertence ao "tal" partido anti-tradição académica (oh, que surpresa!), tendo sido em 2009 mandatário da candidatura do Bloco de Esquerda pelo distrito de Vila Real à Assembleia da República. Escusado será dizer que este tipo de conflito de interesses tem que estar devidamente declarado aquando da realização e divulgação dos resultados.

3- Apenas ter sido realizado a caloiros, e apenas num momento pontual das praxes. Poder-se-iam ter resultados bastantes diferentes se o mesmo inquérito fosse repetido no final do ano lectivo.

4- Má estruturação do próprio inquérito

5 - Preenchimento do inquérito em contexto não-neutro, a alunos do 1ºano, nas aulas do docente em questão, apresentado e justificado à sua maneira. Não nos esqueçamos que o simples facto do docente ter influência directa no sucesso escolar dos respondentes constitui, por si, um factor de condicionamento, mesmo se o dito docente não o intender, de facto. Não se pode excluir essa importante variável do contexto experimental.

Pior que não dar a devida dimensão aos resultados por si obtidos, o reputado professor catedrático não se coibiu de fundamentar os seus argumentos anti-praxe neste seu inquérito - extrapolando-os ao que supostamente passaria em toda a Academia - em carta dirigida a toda a comunidade académica.

Contudo, e por pior que tenha sido este inquérito ao nível metodológico e científico, no mesmo consta que a maior parte dos 43 alunos que o responderam consideram ter passado por coisas inaceitáveis. Ainda que o conceito seja subjectivo, uma só opinião desse teor bastaria para que merecesse a nossa atenção. A perpetração de quaisquer tipo de abusos não é, de todo, o objectivo das praxes. Também merece reflexão o seguinte: todos os que tal afirmaram eram maiores de idade e tinham maturidade para pensarem pelas suas cabeças. Ou seja, podem legal e livremente trabalhar, votar, casar, beber, fumar ou procriar (ou "treinar" para o efeito) e tudo mais, mas não saberiam dizer que não a algo que entendessem ser inaceitável.

Hmmm, mas será mesmo assim? Que terão OS ALUNOS (principalmente os caloiros) a dizer sobre isto? Vejamos a seguinte reportagem da UPTV, a propósito do desígnio da reitoria em "limitar" as praxes, algo sobre o qual, evidentemente, não tem qualquer tipo de legitimidade ou jurisdição, dado se tratar de uma actividade resultante da liberdade individual dos alunos!



Evidentemente, os detractores das praxes não divulgaram que o mesmo inquérito apontava que "A grande maioria dos inquiridos concorda que a praxe ajuda a "integrar" e permite "conhecer pessoas e a cidade", e que apenas um quarto (ui, tantos!) dos sondados considerou a mesma "muito longa, cansativa ou perda de tempo". Também não foram divulgadas as actividades que os alunos consideram agradáveis (como o "convívio entre os estudantes" ou cerimónias como o "baptismo"), até porque isso não vende jornais nem dá notoriedade a ninguém.

O docente que delineou o inquérito assumiu que "É importante que não nos demitamos de acompanhar o processo, de propor alternativas. Temos que debater com os alunos, informar os caloiros sobre o que é a vida universitária, desmistificar a ideia de que a praxe é obrigatória e procurar que cada novo aluno tenha um tutor, ou seja, um professor que o acompanhe mais de perto". Curiosamente, de tudo aquilo que ressalvou ser importante, apenas os veteranos da Academia o levaram efectivamente a cabo, desconhecendo-se que desmistificações e acompanhamento dos alunos foi autor ou actor o docente em questão.

Seja como for, e face ao negro cenário traçado pelo Exmo. Senhor Professor tratou a Reitoria de promover um estudo (sabem, daqueles a sério) dinamizado por docentes da UTAD e a própria AAUTAD (que é neutra em termos de Praxe e praxes, que são da total responsabilidade do Conselho de Veteranos) e cuja análise e tratamento estatístico foi encomendando a uma empresa independente especialista em estudos de mercado (TNS Euroteste). Um total de 1136 inquéritos válidos - bastante representativo, uma vez que correspondeu a 19% do universo de alunos da UTAD. Conclusões? Venham elas:

1) A grande maioria dos alunos já foi “praxado”, mas por outro lado, mais de metade nunca “praxou”. [nota: há reconhecimento de muitos de que tal "não é para todos"]

2) 5% dos estudantes nunca foi “praxado” e nunca “praxou”. [nota: e quê? ninguém os forçou, coagiu, ameaçou, nada? Hmmm...]

3) A participação em algum tipo de praxe (ou “praxaram” ou já foram “praxados”) envolveu 94,9% dos alunos. Um pouco mais de metade deste universo traduziu esse sentimento como “algo estranho mas depois adaptou-se” e, com valores ligeiramente inferiores (42%), fica o sentimento de se “terem sentido bem/integrados no espírito da praxe”. [ou seja, ninguém que foi "praxado" terá desaprovado as "praxes"]

4) A grande maioria dos alunos que foram “praxados” (87,1%) não precisou de procurar apoio para resolver problemas decorrentes da praxe. Por sua vez, dos que procuraram apoio para a resolução de problemas resultantes desta prática, cerca de 84% obtiveram resposta.

5) Cerca de 2/3 dos alunos têm uma atitude pro-activa perante as praxes, 34% têm uma atitude de indiferença e somente 4% de oposição. [nota: deve ser a imensa minoria de que fala o MATA, "Movimento Anti-Tradição Académica"]

6) Cerca de 90% dos alunos consideram que a praxe serve para a sua “integração na universidade”, 9% refere que a praxe “não serve para nada/é uma perda de tempo” e 3% afirma que “beneficia o desenvolvimento pessoal”.

7) Mais de metade dos alunos considera o tempo da praxe adequado. Ainda assim, na opinião de 34% o tempo de praxe é longo, enquanto que 12% o considera reduzido. [OK, pertenço a uma minoria:)]

Ou seja, ao contrário do que os inconsequentes "movimentos antipraxe" proclamam, é mesmo verdade que quem não quer ser praxado não o é, como seria de esperar. Só quem nunca praxou pode achar que alguém pode ter gosto em "praxar" alguém contrafeito. Não dá pica nenhuma.

Note-se que 5% dos alunos nunca foram praxados ou praxaram, quando apenas 4% se assume contra as praxes. Assim sendo, lamentamos pelos 1% dos alunos que, não sendo antipraxe, não foram praxados nem praxaram. Eles devem saber o que perdem.

E então, o que acharam os professores? Foi a surpresa total, evidentemente, ainda que apenas para estes, já que os alunos desde sempre se manifestaram a favor das "praxes", para não falar da restante Tradição Académica.



Posteriormente ao estudo da UTAD/AAUTAD, o Conselho de Veteranos achou por bem realizar uma consulta à academia sob a forma de referendo, por sinal mais concorrido que qualquer eleição para a Associação Académica que me esteja a lembrar. Cerca de noventa por cento dos 1.667 alunos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro que participaram no referendo (de um universo de cerca de 6.000) demonstraram estar a favor da Praxe nos moldes actuais, dando aval à "existência, regulamentação e fiscalização da praxe académica na forma em que se encontra no código de praxe?".

Note-se que eu teria votado "NÃO" - como 9,84 % fizeram - pois, ainda que academista, não concordo com alguns pontos do actual Código de Praxe. Como eu outros terá havido (relembro que apenas 4% dos alunos da UTAD se afirmaram no estudo da reitoria/AAUTAD como "antipraxe").

Quanto à outras academias, eu não sei. Mas na UTAD, as praxes continuarão a ter um papel preponderante na nossa vivência académica. Quem não gostar...azarito. Saia de cena. E claro, "amigos à mesma..."

domingo, 17 de janeiro de 2010

Casório do Sexta: as imagens!

Cá vai um pequeno apanhado deste grande evento, para a "prosperidade":





domingo, 10 de janeiro de 2010

2009 em Revista

O ano de 2010 acaba de começar, e novos projectos, aventuras e "cumbíbio" nos esperam nesta nova década.
O ano de 2009 foi altamente profícuo, ganhámos uma nova direcção da Transmontuna ACR (parabéns à anterior pelo trabalho desenvolvido pela anterior direcção, sobretudo ao seu presidente, o nosso Azeitóna) encabeçada pelo Esparguete, que estamos certos nos continuará a levar mais além. Já o Magister, continua o do costume, que é para não variar, he he he. Foi um ano no qual se transmontunanteou à séria, despachamos alguns para a equipa dos casados, o G.A.I.J.U.S. ganhou um blog, tocamos em grandes palcos, deslumbramos quem nos ouviu e, acima de tudo, nos divertimos como nunca!

Os pontos altos deste ano que passou e cujos pontos altos foram, sem a mais mínima dúvida:

Março
VII Estudantino - Aula Magna de Lisboa (Tuna mais Tuna) REPORTAGEM e VÍDEOS
III Festival de Tunas de Arouca (Tuna mais Tuna, Melhor Solista) VÍDEO

Maio:
XIX FITU BRACARA AUGUSTA - Theatro Circo (Tuna mais Tuna, Melhor Pandeireta) FOTOS
VIII Festa Ibérica (um dos melhores de sempre) VIDEOS
I Renascer - Encontro de Tunas da TAUTAD (uma vez mais, pusemos o público Vila Realense a aplaudir de pé)

Setembro
Casamento do Sexta (a pura da loucura)
Casamento do Bigário (idem)
Casamento do Ravanelli (com direito a traje de palhuço e tudo)

Outubro
Actuação para os caloiros (como costume, arrasámos)

Novembro
III Festival de Tunas Santa Ana - Mogadouro (Melhor tuna, Melhor Solista). FOTOS

Dezembro
III Festival por Terras do Sado - Setúbal (Melhor Tuna, Melhor instrumental, Melhor Pandeireta, Melhor Pasacalles. Ufa...) REPORTAGEM


Melhor? Melhor agora só em 2010!!!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

III Por Terras do Sado

Nos passados dias 11 e 12 de Dezembro, atendeu a Transmontuna ao convite da "Tuna Académica Setúbal Cidade Amada" e rumou ao Sul, mais concretamente para participar naquela que seria a III edição do "Por Terras do Sado", desta feita e pela primeira vez com dois dias de espectáculo, sendo o segundo de cariz competitivo.

A noite de Sexta-feira começou com a festa de recepção às tunas e que terá sido, no mínimo, "bombástica", epíteto que designa o grupo de meninas que cantou e dançou para as tunas e quem mais as quis ouvir. Seguidamente à música pimba - perdão, música popular portuguesa - veio a noite de serenatas executadas pelas tunas. A Transmontuna interpretou o seu tema original "Por ti, ainda apenas com metade do plantel em campo, mas com toda a alma e engenho que nos caracteriza. A festa continuou pela noite dentro numa discoteca do burgo setubalense.

O dia de Sábado estava destinado ao pasacalles, durante o qual a TransmonTuna teve uma nova oportunidade de contagiar a todos com a sua alegria, boa disposição e irreverência. A noite estava reservada ao certame competitivo e, após uma curta prestação da "T.A.S.C.A.", tunas de referência como a Tuna do Distrito Universitário do Porto, a Tuna Académica de Farmácia da Universidade de Lisboa e a Tuna Bruna contribuíram com as suas prestações para um grande espectáculo. No final, actuou a Transmontuna, que levou o auditório a vibrar com músicas como "Festa Ibérica", "Muñequita Linda", "Eterna Cidade", "Chuva" e o seu Hino.

Após o certame, o júri entendeu atribuir as seguintes distinções:

Melhor Solista: TDUP, Tuna do Distrito Universitário do Porto
Melhor Estandarte: TAFUL, Tuna Académica de Farmácia da Universidade de Lisboa
Melhor Instrumental: TRANSMONTUNA
Melhor Pandeireta: TRANSMONTUNA
Melhor Pasacalles: TRANSMONTUNA

Melhor Serenata: BRUNA
Tuna Mais Tuna: TAFUL
Melhor Tuna: TRANSMONTUNA

Depois de tudo isto, a festa continuou pela noite dentro, uma vez mais numa discoteca bem animada.

Sem dúvida, o melhor prémio foi um fim-de-semana cheio de fortes emoções, CUMBÍBIO, muita e boa música e uma mão cheia de recordações. Venha o próximo!

PS - podem encontrar uma reportagem do evento (com
algumas fotos do mesmo) aqui.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Bons amigos


Uma entrada fulgurante pela inbicta, que se revelou uma noite gloriosa.

Foi mais uma oportunidade de rever bons amigos (e amigas). Adicione boa cerveja e disposição...uma ou outra bifana e já está. Bem bom!


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Cromo do mês: Novembro

Vindos de Mogadouro, está mais que na hora de retomarmos a nossa famosa rubrica do "Cromo do mês". Este mês - e a título de excepção - sem o Azeitóna, pois ele tem que dar uma hipótese a todos os outros. He he he...

São então os candidatos, todos estreantes:

Excelsior (e a sua partenaire ruminante)
Belhote (um cromo vintage)
Lecas (um "micro-pequeno-médio-e-grande" cromo)
Vamos a votos!

Santa Ana - III Festival de Tunas "DO" (hehehe) Mogadouro

As fotos:



Os prémios:

Prémio Jacinto Galvão (Tuna mais Tuna) - Tuna de Magistério de Ávila
Prémio Melhor Tuna - TransmonTuna
Prémio Melhor Tema Instrumental - Tuna de Contabilidade do Porto
Prémio Melhor Solista - TransmonTuna
Prémio Melhor Pandeireta - Tuna de Magistério de Ávila
Prémio Melhor Estandarte - Real Tuna Universitária de BRagança
Prémio Melhor Passa Calles - Tuna Feminina de Contabilidade do Porto

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Mundo Zaga

Este esteve para ser o título da minha anterior mensagem acerca da minha visita a Barcelona. Na altura tive algum medo de excluir o "mundo Spike" que também tem muito que se lhe diga. Como tenho a certeza de que não se vai chatear comigo por agora fica assim.

Cá vão as tão anunciadas e esperadas ilustrações (legendadas em português!)



Chegada a Barcelona - Castelo de Montejuic: yooooooouuu're heeeeereeee "zaga, anda lá embora" there's noooothing I feeeeearrrr...

Noites callejeras "soneca olha... é .... é espectacular..."




O acolhimento. Nunca é demais dizer: "pessoal que estuda, pessoal viajado!"

Um abraço a todos, especialmente aos da c. intenca.
blotta.


domingo, 8 de novembro de 2009

Temos um novo palhucito!!!

E, contrariamente ao que seria de esperar de um palhuço, até é bem bonito.
Trata-se do Francisco, filho do nosso Bigário e da Isabel, que devem estar babadíssimos.

Ainda agora nasceu e o pai já o enche de baba!

Parabéns aos três!!!

PS - repararam na cor da bata do Bigário? E do Pijama do Chic...ooops, perdão, Francisco? Ah, pois é. Azuuuuuuuuuuuuuul e amareloooooooo!

Barcelona para que te quero

Pessoal acabo de chegar ao aeroporto de Barcelona depois de uns belos quatro dias - dois de trabalho e dois de turismo com os nossos amigos spike e patinhas (também mundialmente conhecido como zaga!). Quem não sabe o que isso significa (o turismo com estes dois, já o trabalho brrrrr....) não sabe o que está a perder. São uns verdadeiros condes de barcelona que conseguem sempre reunir em mais do que amigáveis tertúlias verdadeiras pérolas da cultura catalã. A mim juntou-se ontem o Soneca (outra pérola, mas num sentido muuuuito diferente), notando-se em barça a chegada do pessoal c'abana (pessoail c'abania). Aguardem mais notícias brevemente com a públicação da típica fotografia mítica!

Abraços para todos.

blotta - epa... faltam-me adjectivos....

domingo, 1 de novembro de 2009

III Tunas Festival de Tunas de Santa Ana


(Clica no cartaz para ampliar)