quarta-feira, 17 de junho de 2009

Cromo do mês (passado)

Pois é, o trabalho acumula e eu tenho que deixar o transmontunices "de molho". Mas o público está ávido de saber quem ganhou a eleição do cromo do passado mês de Maio, e não os posso desfraudar. Seguem-se os resultados:

Pitta
13 votos (37%)
Greg
8 votos (22%)
Xanatos
14 votos (40%)


Por uma unha negra, ganhou o Xanatos. Algo me diz que este moço vai longe...

Até já, Sir Róming, o Tirano.

Pois é, o transmontuno Róming - AKA "o Tirano" - Presidente do Komithé vai para Timor (não, não vai para ti, môr, vai mesmo pra Timor Lorosae) mostar como se planta sândalo como um engenheiro!

A festa de despedida partiu tudo, incluindo uma cadeira (pelo Poliban, claro), copos e tudo que o Vidal visse à frente. O Komithé não podia faltar, com a excepção do Pudim - andas a falhar, o urso - que deveria estar numa das suas missões de inspecção sanitária numa das muitas casas de... digamos..."cumbíbio" deste país. Quem tiver as fotos que as publique. Já as minhas, vão direitinhas para a sempre popular secção deste blog "Azeitonices", candidato único e previsível vencedor da eleição do "Cromo do mês de Junho".

Vai, Sir Roming, e espalha a boa-nova do Komithé ao mundo: "Pás e Amor" (que é modos de fazer o amor com "pás, pás, pás, pás" em "nalgas" nativas).

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Frase da Semana (passada)


No colégio...

Educadora:
"Guilherme, que queres ser quando fores grande?"

Guilherme:
"Quero ser GUITARRISTA DA TUNA, como o meu pai!"


O meu rico menino...

VIII Festa Ibérica - Artigo de opinião do Prof. Adérito Silveira

Deixo-vos com as palavras de um artigo de opinião do Prof. Adérito Silveira - amigo da Transmontuna e jurado habitual no Festa Ibérica - publicado no jornal regional "A Voz de Trás-os-Montes", exactamente como publicado (até mesmo a menção aos G.A.IJ.U.S. como sendo Gaijus).

A Grande Festa Ibérica

*Adérito Silveira

Propensa à inovação e à experimentação, esta Festa Ibérica, pautou-se pela excelência de qualidade e criatividade, arrastando o público a inevitáveis explosões de palmas ...


Numa explosão de géneros, as Tunas apresentaram-se como uma constelação de sonoridades, algumas, coroadas de surpreendentes efeitos; músicas, imagens e mensagens de libertação festiva, levaram o público a manifestar o seu entusiasmo sempre emergente e sincero. As palmas quentes e arrebatadoras, a cada momento enchiam o Grande Auditório, já há muito lotado. A grande procura de bilhetes para este grande certame, é reveladora do entusiasmo que a população do Distrito de Vila Real, dá a um Festival que é já conotado como um dos grandes eventos nacionais ao nível das Tunas.

Em defesa de uma música descomprometida, divertida e dançável, alguns temas contrastavam como reflexão introspectiva da voz, à procura da sua identidade e raíz, onde essas mesmas manifestações vocais, enchiam o Auditório de um silêncio apelativo e mágico.

Nesta oitava Festa Ibérica de Tunas Universitárias, houve momentos diferenciados de estilos, técnicas e carácter, num fascinante microcosmos de aparente liberdade improvisatória e sabor contrapontístico; houve o humor sarcástico e lirismo - poético dos Gaijus da TransmonTuna, aliada a uma oportuna e inteligente visão política e social; vislumbrámos lavradas dissonâncias portadoras de fantásticas harmonias em cozedura de valsa, marcha, polka ou tarantela; deliciámo-nos com a variedade de ataques de articulações frenéticas e endiabradas; inferimos momentos de solenes e espectaculares vozes cantadas em linhas polifónicas que vislumbraram a apoteose dos sentimentos...

Esta oitava edição, mostrou-se cheia de vitalidade e, foi reincidente com os melhores momentos dos anos anteriores. O começo foi brilhante, a todo o vapor, sem nunca se sentir o desvanecimento da energia, ao longo da maratona dos dois dias. Todos os anos, havemos de voltar a esta Festa Ibérica - Festival Internacional de Tunas Universitárias. A ela voltaremos, sem remorso, mas entrando cada vez mais dentro...é sempre assim numa despedida que nos marca e revolve os pensamentos mais estranhos e desprendidos:”Até breve”, é uma doce mentira. “Até para o ano”, é a mais que provável certeza, que nos vai confortar e fazer adivinhar que a vida é para ser vivida quando há objectivos bem definidos, que ajudam a alimentar o corpo e a alma.

Seria injusto não mencionar o novo figurino do Festival desta ano. Houve uma nova imagem de marca, liderada pelo incontornável Dr. Miguel Santoalha. Com o seu humor e jeito de estar no palco, nunca deixou cair o entusiasmo da multidão. Nunca permitiu que a mesma deixasse de estar presente. O seu staff colaborativo esteve à altura e todos juntos criaram momentos hilariantes de risos e gargalhadas. Mas o festival teve mais para além das Tunas. Teve a hipnose numa “voz angelis” masculina que prendeu e arrebatou a assistência de pé. Luís Rocha, é portador de um falsete, afinado e poderoso, raro de se ouvir. Pena que este elemento da TransmonTuna não siga uma carreira musical e continuar como fluxo visível da dimensão humana pelo seu instrumento mais revelador: a voz. Mas este festival teve também uma orquestra paralela, preenchida por instrumentistas de fino gabarito e técnica apurada, pela musicalidade e proficiência técnica do Maestro Vasco Sousa- Coordenador do Departamento de Formação Musical do Conservatório de Vila Real.

E teve mais: conseguiu que as duas noites culminassem numa espécie de coroa de glória. Exactamente! Estonteante, o público esteve até ao fim ficando a bater palmas, já depois de o festival ter terminado.

Propensa à inovação e à experimentação, esta Festa Ibérica, pautou-se pela excelência de qualidade e criatividade, arrastando aquele mundo de gente a inevitáveis explosões de palmas e outros sinais de satisfação...

Palavras para quê?

aderito.silveira@hotmail.com

Maestro do Coro da Cidade de Vila Real

Só para meter nojo - Parte 3

Tendo encontrado, estas fotos da autoria de ALBERTO QUEIRÓS, do jornal "Académico" da AAUM (disponíveis também aqui e aqui), aproveito para recontar a história da actuação da Transmontuna no XIX FITU Bracara Augusta, segunda participação neste certame, mas primeira neste magnífico palco que é o Theatro Circo. "Só pra meter nojo..."


quinta-feira, 14 de maio de 2009

VIII Festa Ibérica - Transmontuna (vídeos 1ª noite)

Fiquem com os temas que foram tocados no 1º dia (faltam as gaitas de entrada no instrumental mas ficou gravado de lado). Desculpa lá, Gaitas (a culpa é do Sexta). Destaque ao regresso de "Bigário, o Grande" (4`03``)



Muñequita linda


"Eterna cidade" Um clássico é um clássico. E vice-versa. Mas javardamos isto e até o Tom Sawyer lá aparece...

VIII Festa Ibérica - Transmontuna (vídeos 2º noite)

Os videos foram feitos por amadores mas, ao que parece, muito mais profissionais que os da UTAD, que nem dignaram a aparecer!!! Valham-nos as fãs!

"Festa Ibérica" (versão com orquestra)



"Chuva"


"Por ti sere" Absolutamente arrepiante. E a sala levanta-se toda!!!




"Cante-se o Hino" Com grito no fim. "Wegue, wegue"!!! E o público torna-se a levantar!!!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

sagres tu sabes



Curtir ate curtimos, e barris vazios nao faltaram, agora ta ai o resultado, e é so uma amostra...

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Importa-se de repetir?

A UTAD falhou a vários níveis. Mas é naquela. É a UTAD, nada de novo.

Mas é inadmíssivel que se proclamem como organizadores. Mais uma pérola, para os anais da história. A Transmontuna é, desde sempre, e para o bem e para o mal, A ÚNICA ENTIDADE ORGANIZADORA DO FESTA IBÉRICA.

Fica o reparo.



Importa-se de repetir?

terça-feira, 5 de maio de 2009

"Só para meter nojo" - Parte 2

Enquanto não há notícias e informação mais completa - e só para meter nojo - aproveito, para revelar informação de última hora do Correio do Minho, que divulga o novo nome da Tuna Universitária de Trás-os-Montes e Alto Douro - a "Transmontana" - bem como a nova designação do seu festival, o "Festibéria". Mas se não acreditam, confirmem aqui.


Do mal o menos, das três fotos que surgem, duas são nossas...

Fiquem ainda com algumas fotos do website http://cultura.rum.pt/:

Lindo chapéu, Gaiato!

À conquista de Braga

Iiiiih, vergonha...a olhar para homens semi-nús!

Nada como uma banhoca para refrescar as ideias...

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Só para ficar no ouvido!!!!

Só para meter nojo...

Só para relembrar as hostes que aqui o menino teve o prazer de actuar, com os seus comparsas, NESTA sala:


Já cantava (?!!!) o Patinhas: "Minha terra é tão bonita". E porque é que é bonita? Porque é minha...

terça-feira, 21 de abril de 2009

Breve sinopse do "Festa Ibérica" (E CARTAZ DEFINITIVO)

O Festa Ibérica nasceu da vontade de realizar um evento que pudesse mostrar à cidade de Vila Real o que me melhor se fazia (e continua a fazer) ao nível tunante em Portugal e além-fronteiras, bem como divulgar as tunas - nas suas diversas formas e manifestações - como manifestação indelével da cultura portuguesa. Havia ainda o sonho de colocar Vila Real definitivamente no mapa tunante português pois, até então, apenas intermitentemente eventos remotamente semelhantes tinham sido organizados, com sucesso muito modesto, sem continuidade, pouca projecção nacional e poucos dividendos para a cidade ou academia.

Não obstante se ter fundado a 1998, dada a opção consciente de evitar o facilitismo, o desenrascanço e o nacional-porreirismo nos quais não raramente assentam muitos eventos do género, apenas em 2002 - ano em que a Transmontuna se constitui oficialmente como Associação Cultural e Recreativa - se considerou estarem reunidas as condições para avançar com um projecto delineado para o longo prazo, e para o qual se previu um nível de consecução gradual dos ambiciosos objectivos logo então traçados.

Como objectivos mínimos para a primeira edição, determinou-se que o "Festa Ibérica" deveria de ser o melhor festival até à data realizado em Vila Real, cumpriria todos os requisitos que considerávamos essenciais neste tipo de evento e deveria reflectir a hospitalidade e espírito transmontanos, ao passo que aproximaria a cidade da sua academia. Tendo estes sido cumpridos, o estrondoso sucesso da primeira edição fez acreditar que poderíamos almejar ainda mais e melhor.

A escolha da Aula Magna foi uma opção natural ao primeiro local idealizado - o mítico adro da Capela Nova, onde se realizavam as monumentais serenatas - por imposição das condições climatéricas. Contudo, o espaço cedo se revelou ideal, sendo que até à 3ª edição, as cadeiras, os balcões, os corredores e o exterior desta sala foram pequenos para todos aqueles que queriam assistir a esta grande Festa.

Também na primeira edição nasceu o Grupo de Animados e Irresistíveis Jograis Universitários Sequiosos (os "G.A.I.J.U.S."), fundado pelos já ídolos das multidões - segundo os próprios - Giga, Santo, Patinhas e Soneca.

De modo espontâneo, surge na primeira edição uma "mega-tuna", constituída ad-hoc, formada por cerca de 100 elementos (imaginem 10 pandeiretas, dezenas de guitarras e bandolins, etc) reunidos de entre todas as tunas a concurso, e que subiram a palco para tocar alguns "hinos" tunantes. Nasceu assim a "Cumbibiotuna", que se tornou a reunir desde então mais três vezes.

A partir da IV edição passa o Festa Ibérica a tomar lugar no magnífico Teatro de Vila Real. Desde então, tem sido o espectáculo com maior assistência em cada temporada (ultrapassando o milhar de bilhetes pagos, segundo dados estatísticos do Teatro, que todos os anos adiciona cadeiras extra), esgotando-se habitualmente os ingressos semanas antes do evento tomar lugar. Em 2006 - durante o V Festa Ibérica - é lançado o CD "IV Festa Ibérica", um sucesso que rapidamente se esgota, preparando-se um DVD duplo com o melhor das últimas edições.

Assim, embora assumidamente orgulhosos, é com humildade que continuamos hoje a dedicar o mesmo empenho no Festa Ibérica, traçando novas metas e desafios, certos do muito que ainda há para fazer, e ambicionando elevar ainda mais o evento que envolve toda uma cidade.

Nunca é demais agradecer às instituições Vila-Realenses que tornam possível, desde o início, a realização deste certame. São elas a Câmara Municipal e o Governo Civil da cidade e o Instituto Português da Juventude de Vila Real, bem como os SASUTAD. Não nos podemos ainda esquecer das empresas que nos apoiam desde há muito, desde o pequeno comércio local a empresas de maior expressão nacional.

Este ano, o Festa Ibérica realizar-se-á entre os dias 7 e 10 de Maio, sendo os dias 8 e 9 reservados ao espectáculo no teatro.


(Cartaz definitivo com os principais mecenas/patrocinadores)

Estão confirmadas as seguintes tunas participantes para esta edição:

- Tuna do Distrito Universitário do Porto
- Tuna Universitária do Minho
- Infantuna Cidade de Viseu
- Desertuna - Tuna Académica da Universidade da Beira Interior
- Tuna Universitária da Madeira
- Tuna de Magistério de Cáceres (Espanha)

- Tuna TS - Tuna de Tecnologias da Saúde do Porto



Uma vez mais, o Grupo de Animados e Irresistíveis Jograis Universitários Sequiosos (G.A.I.J.U.S.), continuará a abrilhantar este evento com a sua boa disposição e irreverência.

O espectáculo, em ambas as noites, será transmitido integralmente e em directo online, pela primeira vez.

Convidamo-lo, pois a deixar-se envolver por mais uma Festa Ibérica e pela bela cidade de Vila Real a emoldurar este evento.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Parabéns, transmontunos!

A 17 de Abril, uma gloriosa sexta feira, o Diário da República tornava pública a adesão do Usbequistão à Convenção sobre Prevenção e Punição de Crimes contra Pessoas Internacionalmente
Protegidas. Era ministro o Guterres, um café custava 50 paus e Portugal tinha a moeda mais forte da união europeia: o "conto".

Nesse mesmo dia, algumas iluminadas cabeças tiveram a ousadia de fazer mais e melhor, idealizando o que é hoje a Tuna Universitária de Trás-os-Montes e Alto Douro, a nossa Transmontuna.

Orgulho-me de ter aderido a este projecto neste mesmo ano, mas ainda mais de ainda pertencer à mesma, e de todos os anos ter o prazer de ganhar novos amigos para a vida.


Fica aqui a minha homenagem aos jagunços que começaram tudo isto (e não faziam a mínima ideia daquilo em que se estavam a meter)!


Foto do primeiro alinhamento da Transmontuna (início de 1999), à porta do IPJ, onde decorreram os primeiros ensaios. Em cima (da esquerda para a direita): Belhote, Santo, Barrigas, Xerife, Pilipe e Piqueno. Em baixo: Pimpolho, Mariotti, Gaitas e Giga.

Como o tempo voa, meus amigos...

terça-feira, 14 de abril de 2009

As aventuras de um Transmontuno em Manchester

"Há zonas boas, zonas más e boazonas". Boazonas, nem vê-las, já as outras estão devidamente sinalizadas:
E que faz um transmontuno á noite? Procura por todos os pubs até encontrar cerveja portuguesa. Só para depois descobrir que a que ha é Sagres!!! Lá tive eu que beber Fosters...he he.

Palhuços...aprendam comigo que eu não duro sempre.